Barbara Arranz Bárbara Arranz​ é biomédica e atualmente vive em Madri, capital da Espanha. Mulher, mãe e ativista, é fundadora da LinhaCanabica.com, uma linha de cosméticos totalmente orgânica e vegana sem aditivos químicos produzidos a partir do óleo de cannabis. Bárbara começou a pesquisa a cannabis há 11 anos, quando seu filho Raul nasceu e foi diagnosticado com a Síndrome de Asperger, um tipo de Autismo leve que gera irritações moderadas. Um de seus maiores objetivos é desmistificar a maconha e levar à cannabis até a casa das pessoas.

Como compartilhar erva durante a pandemia? Dicas para socializar com segurança

2 minutos de leitura

A cannabis é muito mais do que uma simples planta. O ato de fumá-la é imediatamente ligado ao relaxamento e a socialização. É muito comum que grupos de amigos compartilhem o gosto pela erva e façam uso dela durante reuniões e encontros.

Infelizmente, diante da situação pela qual o Brasil e o mundo passam, essas ocasiões de união e diversão em grupo se tornaram inviáveis e os maconheiros precisaram se adaptar ao distanciamento social.

Mas como a comunidade canábica nunca perde a chance de estreitar os laços, criaram-se formas para que as pessoas continuassem compartilhando seu amor pela maconha de um jeito seguro e sem provocar aglomerações. Você sabia, por exemplo, que há grupos virtuais de fumo? Pois é, esse é o novo normal!

A seguir, damos dicas para que você continue associando o ato de fumar cannabis à socialização, mas de um jeito mais seguro e condizente com os tempos atuais. Vamos lá?

Sessões virtuais de fumo se tornaram populares

As videochamadas e festinhas virtuais se tornaram uma tendência durante a pandemia. Por que não adaptar esse conceito para a comunidade canábica? As sessões virtuais de fumo nada mais são do que encontros virtuais entre amigos que gostam de fumar juntos mas que estão privados do contato físico por enquanto.

Você pode usar o Zoom, o Google Meet, o FaceTime ou qualquer outro aplicativo de videochamada. crie o evento, convide os amigos e peça para que eles deixem um pouco de erva reservada. Pode não ser o ideal, mas ainda assim é um momento para jogar conversa fora e relaxar um pouco. Vale a pena tentar!

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Como compartilhar cannabis com segurança?

Não há nenhum indício que mostre que fumar maconha de origem desconhecida seja um fator de risco ao Coronavírus. Ao queimar a erva, não há com o que se preocupar. No entanto, um velho hábito dos maconheiros precisa ser revisto: o compartilhamento de cigarros.

Sim, é muito comum que amigos fumem juntos o mesmo cigarro, mas na pandemia esse é um comportamento de risco. O ato de passar o cigarro da boca de uma pessoa para outra representa um risco de contaminação e deve ser evitado.

Para afastar os problemas, divida a erva disponível e faça cigarros individuais, mesmo que fiquem menores. Dessa maneira, todos aproveitam e os riscos são minimizados. 

Outra dica bacana é aproveitar o isolamento para exercitar os dotes culinários. Programas da Netflix como o Receita da Boa ensinam a fazer diversos pratos tendo a maconha como elemento principal. 

Neste sentido, uma maneira de compartilhar maconha em segurança é fazer doces ou outros aperitivos à base da erva e enviar aos amigos. Aliás, essa pode ser uma boa ideia para complementar a festinha virtual sugerida no começo desse texto, por que não?

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Afinal, tudo que vai na pele deveria ser comestível 💚

Fique em casa agora para aproveitar depois

Sabemos que a comunidade canábica é unida e gosta de socializar. Sabemos também que a maconha é muito mais do que uma planta, ela é um movimento. No entanto, nesse momento difícil pelo qual estamos passando, a colaboração de todos é essencial. Fique em casa, respeite o isolamento social e use a internet e a criatividade para manter os laços com as pessoas que você ama.

Fazendo isso, muito em breve as reuniões e ocasiões de socialização voltarão a fazer parte da vida de todos nós.

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Barbara Arranz Bárbara Arranz​ é biomédica e atualmente vive em Madri, capital da Espanha. Mulher, mãe e ativista, é fundadora da LinhaCanabica.com, uma linha de cosméticos totalmente orgânica e vegana sem aditivos químicos produzidos a partir do óleo de cannabis. Bárbara começou a pesquisa a cannabis há 11 anos, quando seu filho Raul nasceu e foi diagnosticado com a Síndrome de Asperger, um tipo de Autismo leve que gera irritações moderadas. Um de seus maiores objetivos é desmistificar a maconha e levar à cannabis até a casa das pessoas.

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